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Tem mãe de todo jeito

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Presente do colégio do Pequeno Léo para a mamãe. De derreter! O mais legal é o cartão com pintinhas e a foto dele de smoking…

Tem mãe pequenininha,
tem mãe gigante.
Tem mãe gostosona,
tem mãe gordinha.
Tem mãe experiente,
mãe de primeira viagem.
Tem mãe clássica,
tem mãe de jeans.
Tem mãe enlouquecida,
tem mãe que medita.

Tem mãe de todo jeito… Tem a minha mãe, tem eu e tem você. O importante é que cada uma dessas mães carrega o fruto do amor incondicional dentro de si. Mesmo as mães adotivas, que o fazem consciente do gesto e do amor que passam a ter pelos seus filhos. As Mães, que merecem essa alcunha verdadeira e fidedigna, são seres humanos. Elas sofrem, sentem dores e amores, pressentem perigos e bons ventos. Antes de serem mães, eram mulheres, trabalhavam fora ou dentro de casa (ou ambos!), amantes, baladeiras, caseiras, festeiras. Depois dos filhos é um redemoinho. Muitas mudam completamente a vida. Muitas continuam com algumas adaptações. Muitas se questionam por muito tempo o que é melhor para os filhos. Todas sentem uma ponta de culpa em alguma das situações. Umas se viram muito bem em mais esse papel. Outras precisam de ajuda da mãe, sogra, irmã e de quem mais puder estar por perto. Umas se adaptam bem, outras um pouco menos.

Mas o importante é que elas carregam uma vontade enorme de fazer filhos melhores para esse mundo. De educar, de ensinar, de amar. Vontade de transformar aquele pequeno pedaço de gente, aquela coisinha que a vida deu de presente, em uma pessoa do bem, resolvida, realizada, boa e com gosto de viver. Tarefa cada vez mais difícil nesse mundo tão louco.

Meus parabéns a essas MÃES, mulheres, guerreiras e que praticam o amor que sentem pelos seus filhos na tarefa de transformá-los em motivo de orgulho e felicidade para a vida inteira!

Feliz Dia das Mães, do Espaço Materna!

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Mãe é tudo igual…

Mãe é boba mesmo, né gente? Essa semana eu fiquei abobada vendo uma correspondência que chegou para o Pequeno Léo pelo correio. Comunicado da poupança. Nada de mais. Mas a gente fica pensando que aquela criaturinha ali, daqui a pouco vai virar gente mesmo e tudo o mais, com direito a carta e tudo.

Mãe é besta mesmo! =D Taí. Compartilho com vocês.

 

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Você não me ouve mamãe…

Assino um grupo muito bom no Facebook (Conexão: Dr. José Martins Filho) e um dia desses li um texto que me emocionou. Sentimentos maternos no último grau e achei que valia a pena compartilhar com vocês. Leiam e opinem, se quiserem…

Você não me ouve mamãe…

O universo infantil é muitas vezes desprezado, desconsiderado por nós adultos, que estamos completamente imersos em nosso  “mundo adulto”. Ouvimos tanto sobre o respeito pela infância, à luta militante pelos seus direitos, mas muitas vezes, somos nós, pais, os grandes ditadores da infância dos nossos filhos. Continuar lendo

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Como brota o seu amor pela criança.

Pequeno Léo dormindo com Papai Bê com dias de nascido...

Para quem acha que não vai amar o filho assim que ele nascer… Acreditem, tem muita gente que tem esse medo. Sem críticas, por favor! O assunto é sério e não quer necessariamente dizer que o pai ou a mãe são desnaturados e sem coração. Somos humanos e não sabemos lidar com uma porção de sentimentos. Por que não esse?

O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas […]

O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas dele, dura para sempre. Continuar lendo