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Metade das mães brasileiras está conectada à internet, diz Ibope

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Praticamente metade das mães brasileiras (48%) já está conectada à internet, segundo o Ibope Media. Os dados do instituto apontam que, nos sete dias contemplados pela pesquisa, 97% das mães no país assistiram à TV, 71% escutaram rádio, 40% leram jornal, 35% viram TV por assinatura, 33% leram revistas e 3% foram ao cinema.

Juliana Sawaia, gerente de learning & insights do Ibope Media, diz que as mães que acessam a internet regularmente passam, em média, 2h05 conectadas em um dia típico.

A internet, além de proporcionar entretenimento e informação, é ainda uma ferramenta facilitadora das inúmeras tarefas do dia a dia, diz ela.

O levantamento revela que, do total das mães que estão conectadas à rede, 39% acessam a internet para se informar e 23% para se entreter. Quando consideradas apenas as que trabalham fora, os percentuais sobem para 46% e 27%, respectivamente.

As mães brasileiras consomem dois ou mais meios simultaneamente e um mesmo meio em diferentes plataformas. A leitura do jornal impresso e digital já atinge a 7% delas.

De acordo com o instituto, 47% das mulheres das principais capitais e regiões metropolitanas são mães ou responsáveis por algum integrante do domicílio onde vivem.

Atividades mais praticadas pelas mães brasileiras conectadas (período de 7 dias)

  • 84% enviaram e receberam e-mails
  • 75% visitaram redes sociais da categoria
  • 59% publicaram ou atualizaram conteúdo
  • 67% leram notícias
  • 59% enviaram e/ou receberam mensagens instantâneas
  • 57% consultaram mapas, rotas e endereços
  • 56% assistiram ou baixaram fotos e vídeos
  • 46% visitaram sites de saúde
  • 39% consultaram previsão do tempo ou acessaram sites de educação e aprendizagem.

Fonte: IBOPE Media / 2013

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Slings – o “paninho mágico”

Olá, mamães e gestantes!

Você já ouviu falar do sling? Pena que eu só conheci de fato depois que o Pequeno Léo nasceu e não consegui me entender de jeito nenhum com o “paninho mágico”… Eu acho o máximo ver aquelas mães índias, africanas e de qualquer que seja a nacionalidade, carregando seus filhotinhos como mães canguru.

Fotografia: Anne Guedes

Você sabia que o sling, apesar de estar altamente na moda, não é uma novidade fashion?Primeiramente, para quem não sabe o que é, explico. Uma faixa de tecido (com argolas ou não) que serve para carregar o bebê. Simples assim? Simples assim!

Sling para todas as tribos!

Ele vem dos períodos mais antigos, onde talvez sua missão estivesse ligada ao fato da mãe não poder e não ter onde deixar o bebê para realizar suas atividades do lar. Mas é possível que uma ação tenha levado à outra e se percebeu que os bebês slingados naquela época receberam uma dose extra de carinho, segurança e atenção. E essa constatação não é apenas fruto da cabeça de mães-canguru. Já foi comprovado por profissionais da área da saúde que relatam inúmeros efeitos benéficos do sling.

Esse é um exemplo clássico de como a necessidade da mãe, de cuidar do bebê e trabalhar ao mesmo tempo, criaram ferramentas importantes para os cuidados com os filhos. Hoje ele é moda e surge como alternativa entre os inúmeros acessórios possíveis para se carregar e passear com o bebê. Mas é importante reforçar que ele é uma alternativa que proporciona um contato e uma relação muito mais estreita e próxima com o bebê, já que a criança tem mesmo a sensação de uma vida uterina, ainda que fora do útero. Isso acontece porque os batimentos cardíacos, o cheiro, a respiração e calor da mãe, remetem o bebê à vida antes de nascer e essa sensação lhe traz segurança.

Slings engraçadinhos! =D

Se você ainda não se convenceu e quer saber mais sobre os inúmeros benefícios de se aderir ao sling, vamos a mais informação:

  • interação mamãe/bebê: é como se houvesse uma continuidade da vida intra-uterina;
  • protege do vento e do sol;
  • facilita a movimentação em locais com multidão e de difícil acesso;
  • privacidade na amamentação, já que o sling possui uma faixa extra;
  • o sling respeita tanto a coluna do bebê quanto de quem o carrega;
  • aumenta a auto-estima do bebê, pois oferece maior atenção e afeto;
  • desenvolvem melhor seu potencial cognitivo e motor;
  • o campo visual do bebê slingado é mais interessante daquele em que o bebê esta no carrinho;
  • bebês slingados são mais tranquilos, dormem melhor e choram menos (43% menos no total e 54% menos durante as horas do dia);
  • é pratico e gera praticidade, deixa as mãos da mãe livre;
  • pode ser usado do nascimento até 20 kg (dependendo do tipo de sling);
  • custa muito menos que um carrinho;
  • os bebês slingados tornam-se independente mais rapidamente;
  • aprendem mais! (por não serem super-estimulados, são mais calmos e alertas, observando e participando do mundo ao seu redor);
  • Sling no caso de prematuros: “o sling atua como incubadora natural para bebês prematuros, fornecendo a temperatura ideal através das trocas de calor com a mãe. Bebês slingados ganham peso e se desenvolvem mais rapidamente” Há registros que mostram que a ideia do “mãe canguru” desenvolveu-se primeiramente na Guatemala. Por falta de incubadoras para os bebes prematuros, começaram a deixar as crianças grudadinhas com suas mães, onde recebiam calor e mantinham o contato necessário para seu desenvolvimento.

Boobambu Academia da Criança realiza a 6ª Slingada de 2012, que acontecerá neste sábado, dia 9 de junho, das 9:30h às 12h. É uma oportunidade para você conhecer mais sobre os slings (carregadores de pano) e escolher o que mais combina com você e o seu bebê.

E para quem chegar até as 10h ainda assiste uma palestrinha sobre os tipos de sling, formas de uso e questões de segurança. Depois é usar, testar e se divertir.

Seja adepta do babywearing!

Há um caso curioso sobre a origem do sling como conhecemos hoje.

Dr. Rayner Garner um americano casado com a havaiana Sachi, criou o sling com argolas para carregar a sua filha Fonda em Kaneohe no Havaí em 1981. Inspirados pelo livro “The Continuum Concept” de Jean Liedloff, eles foram inspirados a carregar o seu bebê.

Ele conta que haviam comprado um carregador de frente para levar Fonda recém-nascida e não ficou satisfeito, pois a alça dos ombros era inadequada e sua esposa não conseguia amamentar sua filha. O tecido era sintético e desenvolveu uma erupção de calor. Frustrados com o carregador de frente, colocou a mão no armário e tirou um lenço de lã que havia comprado na Escócia, uniu os quatro cantos, formou um nó, passou sobre o seu ombro e colocou a sua filha dentro. Ela deu um suspiro suave e rapidamente se aninhou para dormir. Era perfeito!

O lenço atado estava bom para os primeiros dias, mas logo descobriram que era difícil de ajustar. Rayner era alto e Sachi baixa e eles tinham que desatar o nó cada vez que revezavam ou quando Sachi queria amamentar. Rayner tentava desenvolver um método para ajustar rapidamente o tecido sem comprometer a segurança. O método precisava ajustar e regular sem que o bebê escorregasse.

Ele comprou um pedaço de tecido de algodão, esticou no chão e passou três dias dobrando e desdobrando como se fosse um avião de papel. Por último ele costurou duas argolas de cortina de um lado do tecido e passou o tecido da outra ponta através das argolas.

Não tinham a intenção de fazer negócios pela descoberta, porém com o passar do tempo, muitas pessoas aproximavam e queriam saber onde poderiam obter aquele maravilhoso e prático sling. Assim começou uma pequena indústria de sling artesanais para estas pessoas que encomendavam.

Rayner e sua família fizeram uma enorme contribuição para o “babywearing” moderno. Ele deu ao simples pano indígena um “design” moderno, fez uma ponte entre a antiga maneira de carregar bebês e a tecnológicos carregadores da sociedade moderna: carrinhos, mochilas estruturadas e bebê confortos. Ele criou um sling confortável e prático para os pais modernos.

Fonte:
http://www.raynergarner.com/
http://www.intuit.org.uk/
Editado e traduzido por Best Sling, com adaptações.

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Ajudando as mães de Brasília a fazerem coisas novas com seus bebês

Gentemmmmm, esse post é mesmo para ajudar na divulgação de um evento super bacana, que pode tirar as mães de bebês do enfurnamento materno a que todas estamos expostas quando nascem nossos rebentos. Ainda que hoje existam mães que levam seus pequenos de um ou dois meses ao shop centis (não recomendado por médico algum neste mundo!), muitas cumprem direitinho a recomendação de ficar quietinhas com seus pimpolhos até que as vacinas, a imunidade e a couraça que os proteje esteja em modus liberadus

E chega de conversa mole e vamos ao evento:

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Dicas de exercícios para as grávidas fazerem em casa neste inverno

Recebi uma sugestão de pauta muito bacana que compartilho com vocês. Essa é ótima para as “mommies-to-be”, as gestantes lindas que povoam esse Brasil. Ai, quando penso nisso, confesso que morro de saudade da minha barriga… #prontofalei =D

Muitas gestantes não tem tempo ou condições financeiras para irem às academias especializadas. Uma professora chamada Gizele Monteiro, idealizou o programa de exercícios Mais Vida Gestantes e preparou uma série de atividades para auxiliar a futura mamãe em casa, usando acessórios simples e preços acessíveis como: Aquatubo, banda elástica, bola suíça, colchonete, halter de baixo peso e fisio ball.

“Principalmente neste inverno, os cuidados devem ser redobrados para ajudar na saúde da gestante, fazendo o controle do ganho de peso durante os meses. O frio traz aquela preguicinha, além dos meses que antecedem o parto, as deixam cada vez mais ansiosas. É neste momento que precisam estar mais tranqüila e relaxada para a chegada do bebê”, explica Gizele.

Exercícios que podem ser realizados em casa para amenizar ou prevenir dores nas costas usando a bola suíça (ou se não tiver pode ser realizado numa cadeira), banda elástica ou elástico. Vamos lá? Sem desculpas para não se mexer, hein!

1-  Alongamento dos músculos posteriores da perna. Sentada na bola ou cadeira, passar a banda elástica por baixo de um dos pés e o outro pé posicionado ao solo. Tracionar e inclinar o tronco até o ponto de leve desconforto. Segurar por 10 segundos e retornar lentamente.

2. Alongamento dos músculos do tronco (peitoral e braços). Sentado sobre a bola ou cadeira, pés bem apoiados ao solo. Segurando a banda pelas mãos, realizar a tração. Manter por 10 segundos.

3. Alongamento dos músculos do quadril e interno de coxa. Sentada num colchonete com um afastamento confortável das pernas, inclinar o tronco à frente mantendo a coluna ereta. Uma mãe toca a bola para apoio e a outra toca na coxa. Manter por 10 segundos.

4. Fortalecimento dos músculos das costas. Esse exercício auxilia na manutenção da postura e também do seu retorno no pós-parto. Segurar a banda com as duas mãos num ponto onde ao puxá-la a tensão fique de leve a moderada. Realizar de 5 a 10 repetições puxando a banda e soltando-a sem deixá-la frouxa. Não realizar tranco nos movimentos, ele deve ser contínuo e fluente.

5. Fortalecimento dos músculos das costas. Esse exercício auxilia na manutenção da postura e também do seu retorno no pós-parto. Sentar confortavelmente sobre a bola ou cadeira, prender a banda pelos pés. Realizar a tração da banda para trás e com os braços estendidos. Esse exercício fortalecerá os músculos dos braços e também das costas. Realizar de 5 a 10 repetições puxando a banda e soltando-a sem deixá-la frouxa. Não realizar tranco nos movimentos, ele deve ser contínuo e fluente.

“O simples fato de parar, sentar confortavelmente e espreguiçar direcionando movimentos da coluna para várias direções já produz uma sensação de relaxamento. Movimentações suaves conduzindo o ombro em círculos para trás também reorganizam a postura dando sensação de alívio de alinhamento”, diz Gizele.

Serviço:

Gizele Monteiro: Diretora e idealizadora do Mais Vida Gestantes – programa de exercícios para gravidez e pós-parto. Realizou mestrado na Unifesp com tema de estudo: Exercícios na gravidez. Autora do livro: Guia prático de exercícios para gestantes – Ed. Phorte.
Onde encontrar: Método Mais Vida Gestantes – www.metodomaisvida.com.br/gestantes
(Serviços são oferecidos em São Paulo e cidades como Bauru, Campinas, Sorocaba, Santos e outras capitais como Brasília, Recife e Rio de Janeiro e em Portugal.)

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Produzir fotos com sensibilidade…

Gente, falei há alguns posts atrás sobre as ma-ra-vi-lho-sas fotos tiradas do meu Pequeno Léo pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti, da Produzir Foto. Confesso que fiquei mega ansiosa pelas fotos, para ver como estava meu filhote e, claro, a família! Afinal, um ensaio fotográfico a gente não faz todos os dias.

Demorou um pouquinho por problemas pessoais meus e da doce mamãe Vivi, mas finalmente peguei as esperadas fotos! E qual não foi a minha surpresa… as fotos mais sensíveis que já pude ver de minha família! O casal Vivi e Luiz tem uma sintonia incrível e em instantes se integraram a nós três sem serem notados. E esse é o bom fotógrafo! Fotos onde estamos fazendo as coisas e eles vão colocando seus dedinhos naquelas clicadas que a gente nem está dando atenção.

O site deles é uma lindeza e a sensibilidade já é notada na descrição pessoal que um faz de outro. Vale a pena ler e se emocionar! Os preços são justos por um serviço de muita qualidade.

Pequeno Léo, assanhado como é, olhou a câmera e já foi logo sorrindo para as lentes dos dois. O garoto ficou super à vontade e mostrou todos os sorrisos que ele tinha até então (porque agora já se acrescentaram mais uns vários para a coleção 🙂 Realmente, só tenho a agradecer o belíssimo trabalho que tiveram Vivi e Luiz e dizer que quando precisar novamente, serão vocês que eu vou procurar.

Eles são pais de três crianças e, talvez por isso, tenham essa sensibilidade mais aflorada mesmo. As fotos são lindas e não tenho mais o que dizer! Toda a família, de longe e de perto, já se derreteu vendo a carinha do Pequeno Léo de variadas formas e com muitos sorrisos.

Vivi e Luiz, meu muito obrigada! Todo o sucesso do mundo para vocês dois!

Compartilho abaixo um pouco desse olhar.

Fotos: Vivi e Luiz

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Ensaio fotográfico – Vivi e Luiz

Gente, eu preciso contar para vocês! Semana passada, depois de uma agenda lotada e mais de um mês de tentativas frustradas de encontrarmos horários, conseguimos agendar as fotos do Pequeno Léo, propostas pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti. Eles são casados, fotografam juntos e ainda têm 3 lindos filhos! Imaginem a ginástica que devem fazer!

Nosso encontro foi no Parque da Cidade, que não estava assim tão bonito, para não falar a verdade, porque está mesmo largado às traças (Senhor administrador, cadê o cuidado com o maior parque de nossa capital?). Da Praça das Fontes, que de fonte, água e vegetação só tem mato, até uma ilhazinha que eu achava linda, onde ia tantas vezes para fazer nada e pensar na vida, lugarzinho que eu amava, está um caco! Bom, de lá, depois de constatar que era impossível tirar boas fotos naquele lugar, fomos ao Parque Ana Lídia, que eu vou morrer chamando de Parque do Foguetinho. Não gosto dessa coisa de dar nome de gente que morreu aos lugares… Ainda mais mortes tão trágicas, e de crianças. Enfim.

Meninas, Pequeno Léo gostou do casal assim que olhou para eles. O menino era só sorrisos, tanto para Vivi, quanto para o Luiz. Empatia, sabe? As crianças, mais que os adultos, sentem. E foi uma farra! Levamos balões coloridos, bolinha de sabão, mas o maior acessório foi mesmo a felicidade do meu pequeno… Senti um orgulho danado! Orgulho do meu filho, de ter parido aquele menino, de estar ao lado do pai dele e poder colocar para o mundo todo o amor que sentimos, oferecemos e recebemos daquele pequeno ser que conquistou a todos  com seus olhares meigos e charmosos. Mãe coruja. Sou sim, você não é? Se não é, não sabe o que está perdendo. Continuar lendo