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Semana Mundial da Amamentação – Eu apoio!

Pequeno Léo com 1a2m

Pequeno Léo com 1a2m

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Para a vovó, com carinho.

Sei que estou com atraso. O Dia da Avó foi ontem, 26 de julho.

Dizer que avó é mãe com açúcar, que avó é mãe duas vezes, que avó é para mimar os netos é cair no senso comum. Disso todos nós sabemos e tenho o depoimento de algumas avós, mais novas e mais velhas, aposentadas ou na ativa, que afirmam categoricamente que ser avó é infinitas vezes melhor do que ser mãe. E eu não duvido! É que parece que as avós ficam com a parte boa de ter um pequeno ser por perto. Não têm as obrigações morais da educação que deve ser ensinada por pai e mãe. E isso deve ser bom, sim!

Sei que tem avós que assumem a obrigação de criar e educar os netos, por vários motivos, que não vêm ao caso. E todas elas merecem nosso respeito. Mas o que vem a seguir, é uma declaração para as avós do meu filho, Pequeno Léo, Adail (minha mãe) e Ivana (minha sogra-mãe). Sem vocês, nossas vidas seriam muito mais difíceis.

Não sei se já falei aqui, mas eu tenho a sorte, quem nem todo o dinheiro do mundo pagaria, do meu filho conviver com as duas, na verdade, os quatro (os avôs também), todos os dias da semana. Um dia em cada casa, com a babá fazendo o “serviço pesado”, sob os cuidados, a proteção e o amor dos avós.

Ganhamos todos. Meu filho, que tem convivência diária com eles e poderá desenvolver laços muito mais profundos. Eu, que ganho em ter pessoas de confiança junto com ele e a babá. E eles, que convivem com o neto, já que, pelas linhas naturais da vida, não sabemos até quando os teremos nesse plano.

Lindas, obrigada pelo amor, pela dedicação e pelo enorme prazer com que vocês estão presentes em nossas vidas! Amo vocês por essa abnegação e ajuda. Que Deus continue nos presenteando com a vida de vocês e dê às nossas famílias, cada vez mais amor!

OBRIGADA!

Flávia Gomes, a filha e nora agradecida pela imensa maravilha de tê-las ao lado.

Feliz Dia da Avó!

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Slings – o “paninho mágico”

Olá, mamães e gestantes!

Você já ouviu falar do sling? Pena que eu só conheci de fato depois que o Pequeno Léo nasceu e não consegui me entender de jeito nenhum com o “paninho mágico”… Eu acho o máximo ver aquelas mães índias, africanas e de qualquer que seja a nacionalidade, carregando seus filhotinhos como mães canguru.

Fotografia: Anne Guedes

Você sabia que o sling, apesar de estar altamente na moda, não é uma novidade fashion?Primeiramente, para quem não sabe o que é, explico. Uma faixa de tecido (com argolas ou não) que serve para carregar o bebê. Simples assim? Simples assim!

Sling para todas as tribos!

Ele vem dos períodos mais antigos, onde talvez sua missão estivesse ligada ao fato da mãe não poder e não ter onde deixar o bebê para realizar suas atividades do lar. Mas é possível que uma ação tenha levado à outra e se percebeu que os bebês slingados naquela época receberam uma dose extra de carinho, segurança e atenção. E essa constatação não é apenas fruto da cabeça de mães-canguru. Já foi comprovado por profissionais da área da saúde que relatam inúmeros efeitos benéficos do sling.

Esse é um exemplo clássico de como a necessidade da mãe, de cuidar do bebê e trabalhar ao mesmo tempo, criaram ferramentas importantes para os cuidados com os filhos. Hoje ele é moda e surge como alternativa entre os inúmeros acessórios possíveis para se carregar e passear com o bebê. Mas é importante reforçar que ele é uma alternativa que proporciona um contato e uma relação muito mais estreita e próxima com o bebê, já que a criança tem mesmo a sensação de uma vida uterina, ainda que fora do útero. Isso acontece porque os batimentos cardíacos, o cheiro, a respiração e calor da mãe, remetem o bebê à vida antes de nascer e essa sensação lhe traz segurança.

Slings engraçadinhos! =D

Se você ainda não se convenceu e quer saber mais sobre os inúmeros benefícios de se aderir ao sling, vamos a mais informação:

  • interação mamãe/bebê: é como se houvesse uma continuidade da vida intra-uterina;
  • protege do vento e do sol;
  • facilita a movimentação em locais com multidão e de difícil acesso;
  • privacidade na amamentação, já que o sling possui uma faixa extra;
  • o sling respeita tanto a coluna do bebê quanto de quem o carrega;
  • aumenta a auto-estima do bebê, pois oferece maior atenção e afeto;
  • desenvolvem melhor seu potencial cognitivo e motor;
  • o campo visual do bebê slingado é mais interessante daquele em que o bebê esta no carrinho;
  • bebês slingados são mais tranquilos, dormem melhor e choram menos (43% menos no total e 54% menos durante as horas do dia);
  • é pratico e gera praticidade, deixa as mãos da mãe livre;
  • pode ser usado do nascimento até 20 kg (dependendo do tipo de sling);
  • custa muito menos que um carrinho;
  • os bebês slingados tornam-se independente mais rapidamente;
  • aprendem mais! (por não serem super-estimulados, são mais calmos e alertas, observando e participando do mundo ao seu redor);
  • Sling no caso de prematuros: “o sling atua como incubadora natural para bebês prematuros, fornecendo a temperatura ideal através das trocas de calor com a mãe. Bebês slingados ganham peso e se desenvolvem mais rapidamente” Há registros que mostram que a ideia do “mãe canguru” desenvolveu-se primeiramente na Guatemala. Por falta de incubadoras para os bebes prematuros, começaram a deixar as crianças grudadinhas com suas mães, onde recebiam calor e mantinham o contato necessário para seu desenvolvimento.

Boobambu Academia da Criança realiza a 6ª Slingada de 2012, que acontecerá neste sábado, dia 9 de junho, das 9:30h às 12h. É uma oportunidade para você conhecer mais sobre os slings (carregadores de pano) e escolher o que mais combina com você e o seu bebê.

E para quem chegar até as 10h ainda assiste uma palestrinha sobre os tipos de sling, formas de uso e questões de segurança. Depois é usar, testar e se divertir.

Seja adepta do babywearing!

Há um caso curioso sobre a origem do sling como conhecemos hoje.

Dr. Rayner Garner um americano casado com a havaiana Sachi, criou o sling com argolas para carregar a sua filha Fonda em Kaneohe no Havaí em 1981. Inspirados pelo livro “The Continuum Concept” de Jean Liedloff, eles foram inspirados a carregar o seu bebê.

Ele conta que haviam comprado um carregador de frente para levar Fonda recém-nascida e não ficou satisfeito, pois a alça dos ombros era inadequada e sua esposa não conseguia amamentar sua filha. O tecido era sintético e desenvolveu uma erupção de calor. Frustrados com o carregador de frente, colocou a mão no armário e tirou um lenço de lã que havia comprado na Escócia, uniu os quatro cantos, formou um nó, passou sobre o seu ombro e colocou a sua filha dentro. Ela deu um suspiro suave e rapidamente se aninhou para dormir. Era perfeito!

O lenço atado estava bom para os primeiros dias, mas logo descobriram que era difícil de ajustar. Rayner era alto e Sachi baixa e eles tinham que desatar o nó cada vez que revezavam ou quando Sachi queria amamentar. Rayner tentava desenvolver um método para ajustar rapidamente o tecido sem comprometer a segurança. O método precisava ajustar e regular sem que o bebê escorregasse.

Ele comprou um pedaço de tecido de algodão, esticou no chão e passou três dias dobrando e desdobrando como se fosse um avião de papel. Por último ele costurou duas argolas de cortina de um lado do tecido e passou o tecido da outra ponta através das argolas.

Não tinham a intenção de fazer negócios pela descoberta, porém com o passar do tempo, muitas pessoas aproximavam e queriam saber onde poderiam obter aquele maravilhoso e prático sling. Assim começou uma pequena indústria de sling artesanais para estas pessoas que encomendavam.

Rayner e sua família fizeram uma enorme contribuição para o “babywearing” moderno. Ele deu ao simples pano indígena um “design” moderno, fez uma ponte entre a antiga maneira de carregar bebês e a tecnológicos carregadores da sociedade moderna: carrinhos, mochilas estruturadas e bebê confortos. Ele criou um sling confortável e prático para os pais modernos.

Fonte:
http://www.raynergarner.com/
http://www.intuit.org.uk/
Editado e traduzido por Best Sling, com adaptações.

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Meu Dia das Mães

Esse foi meu terceiro dia das mães. Digo terceiro porque no primeiro, embora ainda não o tivesse em meus braços, carregava aquele menininho dentro de mim, dentro do meu ventre e na minha imaginação ele já era um menino, grande, forte, iluminado e muito, muito feliz. Para o ser que me habitava eu sempre desejei amor, amor e mais amor para sobreviver nesse mundo maluco, para viver sonhos e doces momentos, para não se deixar contaminar pela doença dos homens maus e só pisar no mundo dos homens bons. Continuo desejando tudo isso e, em especial, que ele nunca conheça o mundo feio, o lado feio do bicho homem, o lado fera do homem louco. Que você, meu filho, seja sempre feliz como uma criança e quando crescer, seja um homem doce e forte e cuide sempre daqueles que são menores, mais fracos e desprotegidos.

Que meu dia das mães seja sempre comemorado do modo mais feliz até o dia em que eu me for de sua vida e essa comemoração seja feita lá de onde eu estiver, sempre olhando para você e torcendo pela sua felicidade.

Porque mãe é isso! Desejo de bondade e vontade de que os filhos sejam sempre felizes.

Para a minha mãe, que me ensinou a ser boa e ter paciência e ao meu filho, que me obriga a ser forte e ter paciência…

FELIZ DIA DAS MÃES!

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Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 7.200 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 6 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Produzir fotos com sensibilidade…

Gente, falei há alguns posts atrás sobre as ma-ra-vi-lho-sas fotos tiradas do meu Pequeno Léo pela Vivi Manzur e pelo Luiz Finotti, da Produzir Foto. Confesso que fiquei mega ansiosa pelas fotos, para ver como estava meu filhote e, claro, a família! Afinal, um ensaio fotográfico a gente não faz todos os dias.

Demorou um pouquinho por problemas pessoais meus e da doce mamãe Vivi, mas finalmente peguei as esperadas fotos! E qual não foi a minha surpresa… as fotos mais sensíveis que já pude ver de minha família! O casal Vivi e Luiz tem uma sintonia incrível e em instantes se integraram a nós três sem serem notados. E esse é o bom fotógrafo! Fotos onde estamos fazendo as coisas e eles vão colocando seus dedinhos naquelas clicadas que a gente nem está dando atenção.

O site deles é uma lindeza e a sensibilidade já é notada na descrição pessoal que um faz de outro. Vale a pena ler e se emocionar! Os preços são justos por um serviço de muita qualidade.

Pequeno Léo, assanhado como é, olhou a câmera e já foi logo sorrindo para as lentes dos dois. O garoto ficou super à vontade e mostrou todos os sorrisos que ele tinha até então (porque agora já se acrescentaram mais uns vários para a coleção 🙂 Realmente, só tenho a agradecer o belíssimo trabalho que tiveram Vivi e Luiz e dizer que quando precisar novamente, serão vocês que eu vou procurar.

Eles são pais de três crianças e, talvez por isso, tenham essa sensibilidade mais aflorada mesmo. As fotos são lindas e não tenho mais o que dizer! Toda a família, de longe e de perto, já se derreteu vendo a carinha do Pequeno Léo de variadas formas e com muitos sorrisos.

Vivi e Luiz, meu muito obrigada! Todo o sucesso do mundo para vocês dois!

Compartilho abaixo um pouco desse olhar.

Fotos: Vivi e Luiz

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A criança de 1 ano e 1 mês

Mãezinhas, recebi um texto show de bola sobre os nossos filhotes com 1 ano e 1 mês que resolvi compartilhar com vocês. Fiquei lendo e reconheci o Pequeno Léo em muitas dessas atividades. Para quem tem filhos nessa fase, vale a pena ler!

Pequeno Léo de pajem de casamento

Primeiro eu!
Parece que o mundo todo gira em torno do seu filho? Pois é, é exatamente isso que ele acha. Durante vários meses daqui para a frente, a criança vai pensar quase só em si mesma. É por isso que emprestar o brinquedo ou dividir a bolacha é tão difícil. Ela ainda vai ser egocêntrica assim por algum tempo.

Basta você observar seu filho brincando junto com algum amiguinho. Dificilmente ele parecerá interessado em realmente interagir com a outra criança.

Você, por outro lado, continua sendo a pessoa mais importante da vida do seu filho. Ele vai continuar exigindo bastante a sua presença — principalmente agora que está começando a andar e a fazer com que você corra literalmente atrás dele o tempo todo.

Por outro lado, ele já começa a passar alguns minutinhos sozinho, desde que consiga ver você.

Brincadeiras e medos
Brincar com seu filho o ajuda a desenvolver a capacidade de interagir com outras pessoas. Capriche em uma sessão de pega-pega, por exemplo. Outra boa brincadeira é pedir que ele aponte partes do corpo: “Cadê o umbigo?”. Especialistas acreditam que esse tipo de jogo ajude a reforçar para a criança que ela é uma pessoa independente dos pais.

Nessa fase, a criança pode demonstrar certa timidez ou até medo de estranhos. Esse tipo de nervosismo é bem normal, principalmente com pessoas que ele não conhece bem. Pense que ele está apenas mostrando que sabe a diferença entre quem conhece e quem não conhece, e que isso faz parte do desenvolvimento.

Além de pessoas estranhas, seu filho pode começar a demonstrar medo de barulhos altos (do liquidificador ou do aspirador de pó, por exemplo), de água (da banheira, da piscina ou até da descarga do vaso sanitário) e de animais. Caso isso aconteça, respeite o medo dele, mesmo que isso signifique uns dias de “banho de gato”, e aos poucos vá promovendo maior convivência com o motivo do medo.

Vale transformar a coisa em brincadeira: se o medo é de cachorro, bata um papo com um cãozinho de pelúcia. Se é de liquidificador, deixe-o apertar o botão sob sua supervisão, para que ele se sinta importante.

Comportamentos imprevisíveis
Do nada seu filho, tão bonzinho, resolveu começar a gritar como um maluco? Ele está explorando o mundo, seus próprios órgãos e o poder que exerce sobre você. É assim que ele vai descobrir quais comportamentos são aceitáveis e quais não são.

Você pode dar a ele uma chance de extravasar toda essa energia, como numa boa guerra de almofadas (leves, e num lugar onde não haja nada frágil). Massinha de modelar, de preferência antialérgica, é outro veículo possível para as explorações dele. De vez em quando, deixe-o brincar livremente na água: uma bacia no quintal ou até dentro do box vale, sempre debaixo dos seus olhos atentos.

Talvez a disposição para comer também seja afetada. Se ele comia bem as sopinhas e papinhas, agora pode começar a recusar a “comida de gente grande”. Fique calma, porque o apetite diminui mesmo um pouco nesta fase, muito porque seu filho está tão interessado em explorar o mundo que mal sobra tempo para pensar em se alimentar. E ele quer ter o poder de escolher o que vai comer.

Recusando colo?
Como assim? Tudo culpa do gostinho de liberdade! Agora ele já pode se locomover sozinho, seja engatinhando, seja andando, e não vai querer abrir mão desse direito. Mantê-lo no carrinho ou de mãos dadas num lugar cheio de gente pode ser especialmente difícil.

As quedas serão inevitáveis, mas procure não se desesperar. Não dá para evitá-las totalmente, e andar em superfícies irregulares, como degraus (só um ou dois), areia ou tapetes, pode parecer perigoso, mas é um ótimo treino para os pés do seu filho.

Uma boa idéia é fazer a seguinte brincadeira: você caminha na frente da criança e de repente finge ter tropeçado e cai no chão. Ela vai se divertir à beça com a comédia e perceberá que adultos também estão sujeitos aos tombos da vida.

Sapatos ainda não são essenciais, exceto em superfícies em que a criança possa se machucar. Não compre sapatos grandes demais — o ideal é deixar um espaço de cerca de um dedo entre o dedão e a ponta do sapato. Se você não consegue sentir o dedão, é porque o sapato é duro demais para uma criança desta idade.

E, já que o negócio do seu filho é chão, incentive-o a treinar novos movimentos, caso ele esteja andando firme. Mostre como se abaixar e levantar para pegar coisas interessantes do chão, agachando e ficando de pé sem precisar segurar em nada. Se seu filho ainda não anda, calma. Resista à tentação de colocá-lo num andador, pois esses equipamentos não são recomendados por especialistas.

Comunicação cada vez melhor
Com 1 ano e 1 mês, as crianças costumam ter um vocabulário de três ou quatro palavras (“mamá” e “papá” são bons candidatos), mas não se preocupe se seu filho ainda não disser nada. A aquisição da linguagem nessa fase é passiva: elas ouvem tudo e vão arquivando, para usar mais tarde.

Mesmo que ainda não fale, seu filho vai mostrar o que quer — apontando, virando a cabeça, ficando mole como minhoca para ir para o chão.

Converse com a criança o tempo todo, numa voz “adulta”, contando o que está fazendo. Músicas acompanhadas de gestos fazem sucesso com os pequenos (como “Fui morar numa casinha, nha, nha / infestada, da, da / de cupim, pim, pim…”).

Ela começa a perceber as diferenças na entonação, e “conversa” com você, mesmo sem dizer nenhuma palavra inteligível.

Teste e aviso
Para ver se seu filho já compreende o conceito de que os objetos continuam existindo mesmo que não estejam à vista, coloque um brinquedo embaixo do sofá, da cama ou de um pano, na frente dele, e veja se ele vai procurá-lo no lugar certo. É com esta idade que as crianças começam a perceber que a coisa não sumiu só porque deixou de ser visível.

E cuidado: ele está louco para encaixar uma coisa dentro da outra e apertar qualquer tipo de botão, para ver o que acontece. Atenção às tomadas, aos aparelhos eletrônicos e na cozinha, para evitar acidentes.

Fonte: Escrito para o BabyCenter Brasil